domingo, 13 de novembro de 2011

Magusto nos Lares Paroquiais

 Travancas e Mairos

No Lar de Nosso Senhor dos Aflitos, em Travancas, o São Martinho foi festejado no próprio dia, como vem sendo tradição.


As castanhas e as sardinhas, este ano, porém, foram assadas no forno do senhor Albano. "Duas gabelinhas" de lenha chegaram para o forno ficar quente, disse-me a sua esposa.


O ambiente no lar, antes do lanche, era calmo.   A hipótese do Rancho Folclórico de Santa Valha atuar neste dia  foi descartada, por consenso da direção, por respeito ao luto da Libânia, funcionária do lar.

No tempo de espera até ao lanche, meti conversa com  alguns residentes e constatei que gostam de falar. Esta senhora é de Sanjurge. Chama-se Maria Borges, Quinhas para os amigos que ficaram na aldeia.



E esta sorridente senhora é a dona Olinda Santos, de São Cornélio.  É viúva e está há dois anos no lar. Em França tem três filhos, cinco netos e um bisneto.  No Natal,  com o apoio da animadora cultural, manda-lhes mensagens de boas festas.

Senhor Américo e Júlia.  Ele tem a esposa no lar há cinco anos, acamada. Hoje veio visitá-la e ficou para o magusto.  A Júlia passa o dia no lar, mas à noite vai dormir a casa.


Há sempre alguem a precisar  de mais cuidados.


Também pude apreciar os trabalhos feitos pelos residentes, em que foram utilizadas pinhas e outros materiais.


Descascando as castanhas assadas.


Rezando o "Pai Nosso" antes  da lanche.


Funcionárias a apoiar os idosos com mais dificuldades.






Boas castanhas e bom tinto, sim senhor!



Cantando os parabéns aos senhor padre Delmino, pelo seu 75º aniversário.


A festa de São Martinho, para mim, acabou mais cedo, por causa do jogo entre a Bósnia-Herzegovina e Portugal, de apuramento para o Europeu de 2012. O empate não foi mau mas falta cá o Scolari!




Festa de São  Martinho em Mairos

Domingo, 13 de novembro de 2011

Festa rija, com fados, rancho folclórico e lanche.


Atuação do rancho folclórico de Santa Valha.



Vista parcial da numerosa assistência, composta por familiares dos residentes  no lar e habitantes da aldeia.


A Associação dos Amigos do Lar tem 60 sócios, pagando cada um a quota anual de 10 euros.


"Os amigos do meu filho, meus amigos são!"


Lanche  bastante variado.


O senhor João Paixão a botar red wine  no copo. De Mairos?


O convívio à volta da mesa ia animado, quando parti.


Mairos continua a surpreender-me pela positiva. É uma comunidade rural que aparenta ser bastante aberta à participação em eventos de natureza cultural. Gente educada, simpática e bonita que, em matéria de festas, não deixa os créditos por mãos alheias.



Sem comentários: