domingo, 1 de outubro de 2017

Bica do Rigueiro de cara nova

Rua  1º de Maio parcialmente calcetada


















quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Já há castanhas novas!

Chegou o outono!

   Já começaram a pingar as castanhas. Não é mentira! 


 O espírito de partilha -de um vizinho vai permitir que no próximo domingo  faça um magusto em família..





terça-feira, 26 de setembro de 2017

Modesto ou Felipe?

Os rostos dos candidatos a Presidente da Junta de Freguesia


Modesto, candidato pelo PSD, tem a espinhosa tarefa de conquistar ao PS uma freguesia tradicionalmente socialista, num concelho social democrata.



Ao jovem Filipe, irmão do Paulo, atual presidente da Junta,  cabe a tarefa de não deixar fugir os eleitores. Qual deles terá maioria?  Dia 1 de outubro se saberá qual dos dois o povo terá escolhido.




Desta vez, na campanha eleitoral para as autarquias, além dos cartazes e das caravanas dos dois principais partidos políticos...




 ...subiram às terras altas da raia, a CDU e o Bloco de Esquerda, apesar destas forças políticas não se apresentarem com listas próprias para os órgãos da União das Freguesias de Travancas e Roriz.






sábado, 23 de setembro de 2017

Nuno vai a votos

Para Presidente da Câmara Municipal de Chaves
 
Pela primeira vez,  um filho de Travancas, Nuno Vaz Ribeiro, se apresenta, pelo Partido Socialista, às eleições para a Câmara Municipal, dia 1 de outubro de 2017



Nuno tem como principal adversário o atual presidente,   António Cabeleira,  que se recandidata pelo Partido Social Democrata.
Um dos dois será  o novo presidente!





 

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Arranque da Batata´17

Num batatal de Quintas


















Ete batatal produziu mais de quatro toneladas de batata!











sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Vinho novo, odres novos

Vindimas à porta

O senhor António Ribeiro, Tó,  a lavar as pipas, para nelas botar  o vinho feito com uvas compradas em Santa Valha, no concelho de Valpaços. 


Que venham as vindimas, a pisa das uvas e o vinho novo em pipas como novas!




quinta-feira, 7 de setembro de 2017

O Barbeiro de Travancas!

Uma vez por mês

O senhor Manuel não é famoso como Fígaro,  Barbeiro de Sevilha imortalizado numa ópera de Rossini, mas em Travancas todos sabem  o dia em que vem de Paradela de Monforte à Capital da Batata, para exercer  o ofício.


Este cliente do  senhor Manuel é galego  mas não é  o tutor de Rosina, Dom Bartolo, velho e avarento médico a quem Fígaro corta a barba. Chama-se António e  vive em Flor de Rei, aldeia do outro lado da raia. 



Ambos, português e espanhol, conversam como se fossem velhos amigos.



A barbearia móvel, montada na sua carrinha, com tudo comme il faut, fica estacionada junto ao coreto. Por cinco euros, o corte, não vale a pena ir a Chaves.

O dia está quase a chegar ao fim. Embora não divulgue quantos cortes de cabelo e de barba fez, o senhor Manuel dá-se por satisfeito e no mês seguinte voltará a ser, por um dia, o barbeiro de Travancas.





quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Sardinhada do Senhor dos Aflitos

Festa termina em grande

O último dos três dias de festa em louvor do Senhor dos Aflitos, no que respeita à componente laica e lúdica, foi marcado por uma concorrida sardinhada ao final da tarde.
 

Dois assadores. Quando cheguei, perto das 19 horas, já só havia moelas e sardinhas. No entanto, disseram-me que  também havia alheiras, entremeada e entrecosto, entretanto esgotados.


Por 5 € tem-se direito a sardinhas, moelas, pão e caldo verde, à discrição. A bebida não está incluída.





As sardinhas estavam muito saborosas. Penso que estes amigos partilham da mesma opinião.



 

 O caldo verde também estava delicioso. Parabéns aos cozinheiros/as.


Mais imagens da sardinhada, na fase do caldo verde.










A sardinhada foi um sucesso. É uma iniciativa que provavelmente será continuada no próximo ano.
 
Por volta das 22 horas atuou a banda Costa Verde, fechando os festejos deste ano.
No dia anterior, domingo, apesar da trovoada  que caiu durante a tarde, a noite correu bem. A festa nesse dia terminou depois da uma da madrugada, com grande descarga de fogo de artifício.



terça-feira, 29 de agosto de 2017

Senhor dos Aflitos' 17

Imagens da procissão

A festa em honra do Senhor dos Aflitos tem  uma componente religiosa  bastante acentuada, de que são testemunho os vários andores, a procissão das velas e a celebração de missas no sábado, domingo e segunda-feira.  



A festa atrai devotos de fora, embora a maioria seja das aldeias da freguesia. Há sempre promessas a Nossa Senhora de Fátima e a São Cornélio, como atesta a presença constante dos seus andores.


São dois, os andores de Nosso Senhor dos Aflitos; um no principio e outro no fim da procissão.


A manifestação religiosa parte da igreja matriz para a capela, edifício a que alguns chamam santuário. Na parte inicial do trajeto são muitos os fiéis que se lhe juntam.


O Lowiek, a tirar fotos, distrai..
 


Andor de São Miguel Arcanjo, padroeiro dos de Argemil. Alto, como grande deve ser a fé que os move!



Cabeça da procissão.  Atrás do Senhor dos Aflitos segue o andor de São Bartolomeu,  padroeiro  da freguesia.


A acompanhar cada andor vai sempre a família que cumpre promessa e amigos para ajudar a levá-lo.


Enquanto são pequenos vão com os pais. Depois...


 A caminho do santuário



Banda musical

No fim da procissão o andor do Senhor dos Aflitos  fica junto ao altar-mor.



Os outros ficam fora da capela. A Comissão de Festas, com as flores dos andores fez uns vinte ramos, vendidos, por 5 € cada, no final da missa de segunda-feira.

Depois da procissão, enquanto os mais devotos assistem à eucaristia, outros, sobretudo homens,  confraternizam e tomam um copo no bar da Comissão de Festas.



Bonito arranjo floral feito com flores dos andores.



Segunda-feira voltou a haver missa. Surpreendeu-me a presença de numerosos fiéis e a espiritualidade que  se respirava naquela encruzilhada de caminhos onde se ergueu a capela. Era como se hostes celestiais expurgassem o mal daquele espaço tornando-o sagrado.

Nas  feições dos pagadores de promessas que, em oração, davam voltas à capela, era percetível a devoção que os movia.

Ali, ouvindo a voz do silêncio, sentindo as suas vibrações no âmago do meu ser,  tomei consciência do elo que nos liga a' O de Cima e que somos parte de um Todo omnipotente e omnipresente.