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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Dia dos Fiéis Defuntos

Missa, procissão  e visita  ao cemitério

Tradicional procissão até ao cemitério


O senhor padre Delmino,  por ter partido uma perna, durante uma peregrinação a Fátima, não pòde acompanhar a procissão, a pé.


Oração pelos fiéis defuntos





Junto dos parentes que partiram para  a Eternidade





Homem, porque choras?


Saudades,,,


A peregrinação da  Dona Clementina 




Palavras de consolo


Espaço para desenvolvimento de relações interpessoais.


Coroa de flores do funeral da dona Almerinda Tomé, mãe da Dari, do Tó e do Zeca. Faleceu em 17-07-2017, em Braga.






Sempre com flores





Regresso a casa


Emigrante leitor de Travancas da Raia

Canteiro ajardinado é mais bonito!




segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Romagem aos Cemitérios

No dia de Fiéis Defuntos, Travancas
São Cornélio, domingo, 8 novembro, 11h
Argemil, domingo, 8 novembro, 15 h


Senhor Ramiro, com seu ar bem disposto, depois de muito tempo acamado,  fez questão de marcar presença na celebração da Eucaristia.


Saída da procissão, após a missa, em direção ao cemitério de Travancas. Pelo caminho rezou-se o terço.


Sempre, muito povo, a participar na romagem ao cemitério, costume que se vai mantendo e traz a Travancas  filhos da terra residentes noutras regiões do país e no estrangeiro.


Os cemitérios, além de local de culto dos mortos, são espaços de sociabilidade, onde se reencontram familiares, amigos e vizinhos que há muito não se viam.


São os dois de Argemil mas o senhor Manuel Batista, autor do livro "Justiça Iníqua", veio do Porto visitar a campa do senhor Magno, seu pai, julgado em tribunal por causa de uma história envolvendo acusação de contrabando de recos, em 1942.


Domingo, Dia de Todos os Santos, familiares dos falecidos deslocaram-se ao cemitério, para limpar os jazigos, colocar vasos de flores e acender velas.


No Dia de Finados, depois da procissão, terminou-se de rezar o terço  no cemitério. Em seguida, o senhor padre Delmino disse algumas palavras alusivas ao dia e à saudade dos que partiram.


Flashes

Familiares em recolhimento, diante do túmulo daqueles que não são esquecidos.


Uma oração, uma memória...


Flores viçosas


Últimos miminhos àqueles a quem se ama.


Minha mãe, minha saudade.
Tu foste e deixaste o teu amor comigo.
Esse é eterno. Indestrutível.
Vivo por ele, nele.
Se hoje sou um homem de bem, é porque sou o filho da Dona Élia.
Obrigado por teres feito de mim o que sou hoje.
Amo-te, para sempre.
                                                                      Adaptação 


A morte chega cedo,
Pois breve é toda vida
O instante é o arremedo
De uma coisa perdida. 
                                      Fernando Pessoa

É assim, todos os anos, um ritual em que os vivos prestam homenagem ao que partiram.





domingo, 2 de novembro de 2014

Dia de Finados

Homenagem aos nossos mortos

Aqueles que amamos nunca morrem, 
Apenas partem antes de nós


Aqui jaz Elias, o mais recente fiel defunto a ser levado à última morada, em São Cornélio, no Dia de Todos os Santos.



Morada do silêncio


Em Argemil e São Cornélio, como manda a tradição, a ida ao cemitério foi no Dia de Todos os Santos, para acender velas e colocar flores nos túmulos dos familiares falecidos.





Ermezindo
Pelos caminhos difíceis que rasgaste com a enxada da coragem, temperada pela emoção,
deixaste raízes onde se erguem árvores,
testemunhos da tua passagem
e ficam em nós as marcas saudosas dos teus passos
Esposa e filhos





Lucinda

Le temps passe / o tempo passa
Le souvenir reste / a lembrança fica

Texto em francês, a recordar que São Cornélio é terra de emigração.


















Cemitério de Travancas


Casal de Argemil  embelezando a campa de parentes sepultados em Travancas.









Agostinho
Para nós não morreste, viverás para sempre no nosso coração.



“A memória dos defuntos, o cuidado pelas sepulturas e os sufrágios são o testemunho de confiante esperança, enraizada na certeza de que a morte não é a última palavra sobre o destino do ser humano...



...porque o homem está destinado a uma vida sem limites, que tem a sua raiz e a sua realização em Deus”.
Papa Francisco



Procissão até ao cemitério
Pelo caminho rezou-se o terço


"O cemitério é um “lugar de repouso”, à espera do despertar final, e foi o próprio Jesus que revelou que a morte do corpo é como um sono do qual ele nos desperta".



“É, pois, com esta fé que devemos olhar para os túmulos dos nossos entes queridos, daqueles que nos amaram e nos fizeram algum bem”.
Papa Francisco



Fim das orações


É hora de partir...