terça-feira, 2 de julho de 2013

Ouriço-cacheiro no jardim

E sapo na horta
 


Há dias, ao fim da tarde, encontrei um ouriço-cacheiro adulto num canto do jardim. Todo enroscado, parecia  uma bola de espinhos! Não via nenhum desde que há largos anos uma ninhada andou no cabanal.


 
Virei-o com um pau, sem lhe fazer mal, e fiquei  deitado na relva, a observá-lo, à espera que se abrisse, para o fotografar.
 
 
O ouriço-cacheiro é um animal inofensivo. Come insetos, lesmas, minhocas, lagartas, aranhas, ovos e crias de ratos e aves. É de hábitos noturnos e hiberna de outubro a abril.  



 
 



Como demorasse a pôr-se de patas, fui regar as ervilhas. Quando voltei, porém, já se tinha ido embora!


Por onde será que entrou? Será que continua cá dentro do quintal?



Sapos, cobras e lagartixas
 


Além dos ouriços-cacheiros e da presença constante de lagartixas, no quintal também aparecem sapos, de vez em quando. Este, ainda jovem, encontrei-o quando regava. Salamandra e cobra rateira completam o elenco de animais repelentes mas inofensivos, encontrados no na horta/jardim de casa.

sábado, 29 de junho de 2013

O Meu Flamenguinho é Flaviense

Mijn kleine Vlaamse geboren

 
 
TENS 2 MÃOZINHAS
DÁ-NOS UMA A CADA UM
VAMOS MOSTRAR-TE O MUNDO
ATÉ DIZERES:
EU CONSIGO SOZINHO!
 
 
 

JE HEBT 2 KLEINE HANDIES
GEEF ONS ER ELK ÉÉN
DAN LEIDEN WE JE ROND
TOT JE ZEG"T:
"IK KAN HET WEL ALLEEN



 


Sócio nº 2705 . Lowie Vasco

quarta-feira, 26 de junho de 2013

As cerejas do senhor Ramiro

E o prazer de partilhar

Vive no Lar de Travancas mas é natural de Segirei, freguesia de São Vicente da Raia, onde tem familiares e cerejeiras.  O senhor Ramiro foi protagonista, há pouco tempo, de uma  bonita história de amor entre idosos, sem Happy End.
 

 
 
Mas a história de hoje é sobre o despojamento deste homem, que diz não ter medo de morrer. Há uma semana atrás, quando as cerejas de Travancas ainda não pintavam, ele, franzino mas rijo e lúcido, apareceu ao pé de mim dizendo:  -, abra a porta! 
 
 

Fiz o que disse e abri o portão do muro que separa o linhar da rua. Entregou-me então, num saco de plástico. mais de dois quilogramas de cerejas de Segirei, aldeia aconchegada num vale e  em cujo solo brotam águas termais.  "-São para si e a sua esposa. Diga-lhe que me lembro bem dela; tinha dois anos, quando trabalhava para a avó.
 
 
 
 
Nas mãos segurava mais sacos de cerejas, para presentear os demais vizinhos do bairro Além do Rigueiro. Penso que deve ter percorrido o povo, feliz, a fazer a distribuição, casa a casa, sem se esquecer dos companheiros residentes no Lar.
 
 
 
 
 
O gesto do senhor Ramiro, de partilhar as cerejas com os vizinhos,  lamentando que se percam aquelas que não são apanhadas, é revelador de uma louvável beleza de caráter que contrasta com o egoísmo e a ganância de outros.
 
 
 
 

terça-feira, 25 de junho de 2013

Trabalhos nas hortas




Junho não é mês de sementeiras nem de colheitas. Trata-se das hortas, com trabalhos de sacha, monda e rega, principalmente.


Rega  das batatas
 
 
 
 
 Estacas nos feijoeiros da Regada
 
 
Senhor Manuel, a lavrar o  milho com trator manual, máquina que  não lhe tira a satisfação, apesar do esforço nos braços.
 
 
Monda do milho em São Cornélio, com belo enquadramento paisagístico sobre a veiga de Chaves.
 
 













 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Travancas, de Amarelo

Giesta pinta planalto ecológico
 
Flora das terras da raia - A giesta amarela. 
 
 
 
No regresso a Travancas, de uma ausência de 40 dias, encontrei a aldeia envolta num inesperado e bonito manto de amarelo.
 
 
 
 
 

 
 

Paisagem auriverde.
 


"- Fotografe a beleza das giestas floridas", dizia-me, entusiasmada, a esposa do Matias, depois do passeio que fez pelo caminho que vai dar à rua, por cima da igreja.
 
 
 
 
 
O verde dos pães e o amarelo das giestas, nas searas e montes, à volta do santuário do Senhor dos Aflitos.
 
 
 
 


O  amarelo à entrada de Argemil.
 
 



Encosta do Vale Grande na primavera, desde a barragem de Mairos.


 Um regalo para a vista!
 
 

domingo, 5 de maio de 2013

Dia da Mãe

Homenagem à maternidade


Ave A.., cheia de graça
 O Senhor esteja contigo
Bendita és tu entre as mulheres
E bendito é o fruto
Do teu ventre, L....


 Minha querida Flor, espero que esteja tudo bem contigo.



 

Lai e Inês 
Ser mãe é como renascer cada dia.


Mãe, ofereço-te um laço de ternura...
 

Obrigado, Senhor,pela minha mãe
Durante a eucaristia as senhoras Maria Adelaide e Isaura Parada leram bonitos poemas alusivos à mãe.
 
 
Filhos da nossa freguesia
Tatiana, de São Cornélio; Mariana e dois amigos, de Argemil. Todos sabem que hoje se comemora o Dia das Mães e têm forma de mostrar às suas o quanto gostam  delas e agradecer-lhes todo o empenho e dedicação.
 
 
Ó minha mãe, minha mãe
Ó minha mãe, minha amada
Quem tem uma mãe, tem tudo
Quem não tem mãe, não tem nada 
 
 

Depois da geada, o tempo primaveril voltou para a floração de marmeleiros  e macieiras.
 
 
Homenagem às mães de Travancas
Dra. Cristiana, animadora do Lar de Nosso Senhor dos Aflitos, com cesta de pulseiras, feitas por si e pelos idosos, para distribuir às mães, durante a missa  dominical, na igreja matriz.
 
 



O senhor padre Delmino a pedir uma salva de palmas à animadora do Lar, pela iniciativa de prestar uma homenagem pública às mães  da freguesia.



 
 
 
 
Mães de cabelos brancos satisfeitas com as pulseiras recebidas.
 


O "P" dava-te, mãe, margaridas brancas, colhidas no campo. Hojé és tu que vais, em peregrinação. levar-lhas.
 
 
A todas as mães, um dia feliz!
 

sábado, 4 de maio de 2013

Geada queima rebentos

Produção de nozes perdida
 
O arrefecimento noturno, no passado dia 28 de abril, depois de quinze dias de temperaturas primaveris, afetou as culturas mais sensíveis ao frio, queimando flores e rebentos.
 




Na horta, rebentos e flores de nogueira, de espécie temporã, ficaram completamente enegrecios com a geada.  O prejuízo é grande.



A pereira, em floração, foi outra  cultura arvense atingida pela geada, fenómeno que atingiu vástas áreas de Trás-os-Montes.