domingo, 21 de abril de 2013

Peregrinação ao Senhor do Monte

 Travancas esteve lá


Santuário do Senhor do Monte, freguesia de Pinho, concelho de Boticas, local da grandiosa peregrinação.
 


 


Capela dos Almocreves
Situada perto do caminho onde os almocreves faziam a permuta e transporte dos produtos de Barroso para Ribeira de Oura e vice-versa.









Peregrinação do Ano da fé
Da capela, a uns 500 metros do santuário, partiu uma procissão na qual participaram centenas de peregrinos.

 
Chegada ao santuário, onde muitos outros aguardavam pela procissão.

O olho de Deus, que tudo vê, na igreja do Senhor do Monte. O triângulo equilátero, na religião católica, simboliza a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo.


A peregrinação do dia 21 de abril, domingo, foi organizada pela zona pastoral do Alto Tâmega.



Centenas de fiéis das paróquias de Boticas e Chaves encheram a escadaria do santuário. De Travancas, Argemil e São Vicente foi uma camioneta mas houve quem preferisse o transporte particular.  Os de São Cornélio viajaram com os de Mairos e Paradela.




 


Missa campal
 


 

Sr. bispo da diocese de Vila Real, D. Amândio Tomás, no final da missa campal.
 
 

 
Merenda
Antes do regresso a casa
 
 








 

Bobadela de Monforte  e Argemil. Amizade sem fronteiras!
 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Caldeirada de Cabrito à Caçador

Almoço luso-galego em Argemil
 
A caldeirada é um daqueles pratos que se faz, em grandes panelões, quando se quer juntar amigos e familiares à mesa. 
 

Foi o que aconteceu no último domingo, no Bairro das Poulinhas, onde o caçador anfitrião fez as honras da casa, recebendo para almoço, familiares e amigos de Argemil e Arzádegos, do outro lado da fronteira.
 
 
 
Os três caçadores
Promotores do convívio
 
Sr. Carlos
Nomeada, Assobio


Sr. Manuel
Nomeada, Ruço
 

Sr. Domingos
Nomeada, Trampas
 
 
 

Caldeirada bem codimentada e apaladada.
 

O segredo do agradável sabor reside na cerveja e no uísque que tornam a carne mais tenra.
 

Pão, vinho tinto e batata da terra para  acompanhar a caldeirada.


 
 
Flashes
 

 



Amigos  à mesa


 
Unidos pela amizade e pelo prazer de participar em montarias ao javali e ir à caça aos coelhos e às perdizes.


 
Bruno, amigo de JP. Um momento especial para mim, o regresso ao passado.
 
 

 

Até ao encontro de Arzádegos? Porque não!

domingo, 14 de abril de 2013

Feira da Primavera

Fim-de-semana sem chuva e frio 
 
Hoje, segundo domingo do mês, foi dia de feira mensal em Travancas. A primeira da Primavera.
 
Os feirantes do costume. Só o  dos móveis é que não aparece, há vários meses.

 

É oportuno comprar calçado para o tempo primaveril e o verão...
 
 
 
Argemil, presente!



Nem toda a gente vem às compras. Os homens, então, fazem do Largo de São Bartolomeu um espaço de sociabilidade enquanto aguardam pela hora da missa.


Vestuário, calçado, utensílios de cozinha, fruta e flores são artigos  que sempre fazem falta.
 
 

 

Apesar de serem caras, os consumidores de plantas floridas são bastantes.
 
 


 

Sem mãos a medir, a florista não se pode queixar da crise!

 
 


 
Dá sempre jeito levar alguma ferramenta que faz falta, para a lavoura ou a jardinagem.
 
 
 
 
 


Como são belas as faces enrugadas da dona Constança, de São Cornélio!
 
 
 


De regresso a Argemil da Raia
 

Pai e filhos, indiferentes ao bulício da feira, desfrutam do tempo primaveril.


 Primavera chegando 
 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Barragem Cheia

Abril frio e molhado

Para quem sobe de Chaves para Travancas, pela estrada de Vila Verde da Raia, a freguesia começa por cima da barragem situada entre Mairos e São Cornélio, simbólica linha divisória entre a montanha e as culturas da vinha e da oliva.
 
 

Há mais de um mês que a barragem transborda, antevendo-se bom ano agrícola, em conformidade com o provérbio: Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.
 

"Abril, águas mil", diz outro ditado popular. A terra, porém, não tem mais capacidade de absorção de água e o persistente tempo chuvoso e frio além de atrasar a floração, impede o início  da sementeira da batata. 
  
 
Bem diferente foi o inverno do ano passado. A barragem, devido à seca, em 6 de abril de 2012 ainda estava longe de ficar cheia. Em fins de março rezava-se para que chovesse... 
 

A obra, uma barragem de aterro com 20,5 metros de altura, pertencente à Junta de Agricultores de Mairos,  foi concluída em 1995. Atualmente, além da função de rega, tem uma área de lazer e uma zona de pesca.
 
 
Descarregador com capacidade para despejar milhares de litros de água por segundo.
 
 

Aqui não há risco de cheias porque a barragem não fica no leito de nenhum rio. Enche apenas com a água da chuva  e de algumas nascentes.
 
 
 
 Margens alagadas, bonitos cenários.