sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O meu pé de girassol



Habituado  a ver  girassóis em certos quintais  de Travancas e achando que a planta florida era um bonito elemento decorativo exterior da casa, semeei algumas a título experimental.  Germinou uma, que só se desenvolveu e floriu, quando comecei a regá-la com regularidade.






Van Gogh,  pintor holandês que aprecio,  é o autor de várias versões do quadro  Jarra de Girassóis, reproduzido  por jovens e talentosos pintores. Como não me passa pela cabeça de sonhar possuir um original, há anos atrás, numa rua de São Petersburgo, quis comprar uma bonita reprodução.  O negócio não se concretizou, porque quando voltei atrás para comprá-lo pelo preço que inicialmente recusara, o pintor pediu um valor mais elevado.





Desconhecedor da estrutura da planta de girassol, não estranhei ver o caule ramificar-se e na extremidade de cada ramo brotar uma flor amarela que, aberta, atingia um grande diâmetro. Só quando notei que as pétalas eram diferentes e que no centro da corola não se viam sementes acastanhadas, é que me interroguei se seria mesmo um girassol. Como não há nada que uma pesquisa na internet não esclareça, fui ao Google.



Embora diferente da variedade que há em quintais de Travancas - uniflor com haste única e uma flor terminal, a minha planta é também um girassol  - Helianthus annuus - dobrado, multiflor. Penso que a semente, da qual se extrai óleo de girassol, é utilizada, na aldeia, na alimentação de gado e de pássaros em cativeiro.


Há lendas que associam o girassol com fama, riqueza e sorte. Bem jeito dava, se não dava!


1 comentário:

Paulo Ferreira disse...

Olá sr Adriano. No sábado passado verifiquei que não se encontrava na aldeia. Também constatei, a respeito da "linha", infelizmente,as noticias não são as melhores ! Bonito girasol !!!
Abraço .