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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Chaves elimina o Porto

E segue em frente na Taça de Portugal

Desportivo de Chaves em festa, no seu estádio, dia 18 de novembro, depois vencer o F.C.Porto  por 3 X 2 nas grandes penalidades.


António Filipe foi o grande herói do encontro, ao defender três grandes penalidades e ter evitado que os Dragões marcassem nos 120 minutos do jogo - tempo regulamentar e prolongamento.



Na tarde do jogo, sabendo que havia lugares de 11 euros que não estavam esgotados fui até ao estádio comprar bilhete para a partida.  Depois, fiquei pela cidade,  até à hora do jantar, à espera do jogo começar. Travancas esteve presente. Alguns, vi-os à entrada para o estádio.



Na primeira parte do tempo regulamentar de 90 minutos, o jogo esteve equilibrado, com ambas as equipas a terem oportunidade de marcar.



A partir da 2ª parte, o jogo desequilibrou-se a favor dos Dragões.  Porém, estes não conseguiram mandar a bola às redes, graças à defesa de António Filipe.





O prolongamento de 30 minutos terminou com o marcador a zero,  O F. C. Porto, embora tenha dominado não foi eficaz e o Chaves apostava na igualdade a zero até chegar às grandes penalidades.


A vitória só sorriu aos flavienses na última penalidade, quando o melhor marcador do Porto falhou o penalti.  No interior do estádio o intenso frio da noite transformou-se em explosão de calor com gritos de vivas ao Desportivo de Chaves.



O Desportivo fez história ao eliminar  o Porto da Taça de Portugal.




segunda-feira, 17 de maio de 2010

A Festa do Chaves no Jamor

E dos adeptos de Travancas


A Princesa, transmontana dos quatro costados, dois deles de Travancas, puxou pelo Chaves do princípio ao fim. Ela cantou, ela dançou, ela aplaudiu, ela buzinou, ela assobiou, ela esteve feliz a tarde inteira. Só lhe faltou uma bandeira do Chaves que, infelizmente, não havia à venda.


Saí de igreja de Santa Cruz, de camioneta, para o Estádio Nacional, às duas da manhã. Ouvi dizer que de Chaves partiram para cima de cinquenta. O grupo com quem viajei foi o primeiro a chegar, às 8h30. Como o jogo só fosse às 17h fui a casa, em Oeiras, descansar um pouco. No meu bairro, benfiquistas e sportinguistas, vendo-me com as cores do Grupo Desportivo de Chaves desejavam-me boa sorte. Para o jogo fui eu, a Princesa - com quem almocei - e o Lando, um amigo de Águas Frias, residente na Costa do Estoril.


Dentro do estádio, ao intervalo, encontrei o David, acompanhado da esposa. Eles partiram de Chaves no mesmo comboio de três camionetas que eu mas, à chegada, cada um de nós foi à sua vida.

Não foi difícil reencontrá-los porque em Travancas eu tinha tomado nota do lugar onde iam ficar sentados no estádio.


Orgulho de ser sócio do Chaves
O mesmo não sucedeu com o senhor Fernando, sócio do Chaves "há mais de sessenta anos". Quando lhe contei que o tinha ido procurar dentro do estádio, respondeu-me que ele e os outros, com quem viajou, se sentaram "onde calhou".


Este é o Mário. A viagem até ao estádio nacional, para ele, foi mais curta.


Zeca e Beto


O Beto é que montou a barraca, no parque de estacionamento das camionetas, para o pessoal de Travancas se juntar e almoçar. É natural da aldeia mas mora em Lisboa. Saiu muito pequeno para o Brasil, onde viveu até aos 17 anos. No regresso, depois da morte do pai aos 39 anos, foi viver para Lisboa. O coração, esse, ficou em Travancas.



Mirandela com o Chaves!
Passei pela barraca de comes-e-bebes do Beto às 15h. Nessa altura já o almoço havia terminado mas, ainda assim,  comi uma sardinha e bebi cerveja de barril.



Alguns tinham ido dar uma volta e outros jogavam às cartas.



Mário, -À vitória do Chaves!


Antes do jogo o ambiente era de festa


Gigantones na festa transmontana



 Adepto  punk ista na maré azul-grená


Saludos de los de sombreros


Chaves, olé !


No campeonato da bebida a loura bateu o garrafão!




Aplausos para o Desportivo de Chaves
O primeiro tempo terminou com o Chaves a perder por 2-0. Os minutos iniciais foram, no entanto, empolgantes, sobretudo quando Edu ia inaugurando o marcador, se a bola não tivesse batido na trave. Os adeptos não esmoreceram e no segundo tempo puxaram sempre pela equipa até que, perto do final, o golo chegou, dando a todos uma grande alegria. O resultado, 2-1 para o Futebol Clube do Porto, deixou os adeptos do Chaves satisfeitos, aplaudindo os jogadores, por não se terem deixado intimidar e por a equipa ter caído de pé,  com garra.




No final do jogo, antes do regresso a casa, nós, os  de Travancas,  voltámos à tasca do Beto para comemorar o bom desempenho do Chaves, beber uma cerveja e comer, retemperando forças, que a noite ia ser longa. Aliás, no farnel, os transmontanos, como se viu, são imbatíveis!




Senhor José Silvério


"Somos transmontanos", dizia o enorme cartaz à minha frente.


Orgulhosamente transmontano, digo eu que estive lá no Jamor!

domingo, 16 de maio de 2010

Ó Chaves, p'rá frente!

Travancas com o Desportivo de Chaves


Um grupo de adeptos do Desportivo de Chaves, em que se incluem o David e o senhor Fernando, está de partida para o estádio nacional, em Lisboa, para apoiar a equipa na disputa com o Porto pela conquista da Taça de Portugal.


Vizinhos e amigos


Adeptos do Chaves no jogo com a Associação 1º de Maio, na Figueira da Foz no dia 13-04-2010, em que o Desportivo, ganhando à Naval por 2-1, garantiu a presença na final da Taça de Portugal.


Estive na Figueira da Foz com o Chaves, e também vou ao Jamor. Como sou da Terra Quente, defensor da criação da região de Trás-os-Montes e da continuidade da Linha do Tua, decidi levar comigo este cartaz de apoio ao Desportivo de Chaves.  Segunda-feira darei conta da ida dos de Travancas a Lisboa.

sábado, 21 de junho de 2008

EURO 2008 visto de Travancas