Mostrar mensagens com a etiqueta geada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta geada. Mostrar todas as mensagens

sábado, 23 de janeiro de 2021

Frio Polar e Geadas

Do Réveillon ao São Sebastião

Desde a nevada de Ano Ñovo até ao dia 20 de Janeiro, dia de São Sebastião, não houve noite que não geasse.

 

 

Lugares menos  expostos  diretamente à luz solar com  neve congelada dias sucessivos.

 

 

Sol de Inverno
Dias ensolarados, sem nuvens, sem ventanias mas temperaturas máximas raramente acima de cinco graus celcius.


 

Manhãs perigosas para a circulação automóvel.

 

 

Couve do Natal queimada pelo gelo.

 

Terá sido batido o recorde de temperatura mínima? Na Montanha o frio suporta-se melhor que em Chaves, coberta pelo nevoeiro

 

Água congelada na pia, ao fim de vários  dias de geadas..

 

Favas não germinadas sem força para romper a terra congelada.

 

 Em Janeiro o Malhado  anda às gatas.

 


 
Nem  a couve galega resistiu a tantas geadas.


Rua da Igreja dezassete dias depois da nevada de Ano Novo.  Mas o frio polar está  por dias.

 

A chuva, anunciada nas previsões, chegou na véspera do São Sebastião,  dia de Mesinha comunitária em Dornelas. 

O dia do santo marca também o fim da época natalícia, para se Cantar os Reis, desfazer o presépio e a árvore de Natal, montada no dia 8 de Dezembro, dia da Senhora da Conceição..




terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Brancura de geadas...

... que parece de nevadas

Até ao fim da manhã, um belo manto de brancura, originado por geada noturna e nevoeiro, cobriu a aldeia.



A geada era previsível pois, ontem, Dia de Reis, a temperatura baixara. Às 18 horas o termómetro indicava um grau celcius.



As copas das árvores, branquinhas e cintilantes,  pareciam de presépio, borrifadas de branco durante a noite.


Humidade do nevoeiro transformada em filamento de gelo.



E a carambina o sol  radioso levou...



Magnifica imagem do sincelo, fenómeno raro provocado  pelo congelamento das partículas de água do nevoeiro.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Frio, frio, frio e sol

Muitas geadas, à falta de neve

Uma frente fria e seca trouxe geadas, atrás de geadas, em novembro e dezembro.


Sem poder cavar a terra, devido ao gelo, passei dias fechado em casa.


Até que numa radiante manhã de sol...


Saíndo ao encontro da vida, encontrei a dona Alzira  a cortar a gordura do reco para fazer unto...

... no tradicional pote de ferro.

Tinha matado no dia anterior e o desmanche seria no dia seguinte. 

No seu linhar, as couves, de tão brancas, pareciam cobertas de neve. 

Alguns telhados, apesar do sol lhes  bater ao raiar do dia, ainda  se conservavam brancos à hora da fotografia.




A mulher transmontana, como a mãe do Betinho, habituada ao trabalho, além da força física, tem a força moral dos clãs matriarcais.  Facilmente, ela e outras,  levantam sacos de 30kg de batatas e fazem frente ao mais empedernido dos homens.



Cabaças galegas.

No Vale da Bouça encontrei um dos vizinhos, com dois homens de Argemil, a cortar e a guardar lenha para o inverno de 2015.
Há que estar prevenido porque o frio é de rachar!
















sábado, 4 de maio de 2013

Geada queima rebentos

Produção de nozes perdida
 
O arrefecimento noturno, no passado dia 28 de abril, depois de quinze dias de temperaturas primaveris, afetou as culturas mais sensíveis ao frio, queimando flores e rebentos.
 




Na horta, rebentos e flores de nogueira, de espécie temporã, ficaram completamente enegrecios com a geada.  O prejuízo é grande.



A pereira, em floração, foi outra  cultura arvense atingida pela geada, fenómeno que atingiu vástas áreas de Trás-os-Montes.

domingo, 9 de dezembro de 2012

A Beleza das Geadas

 Enquanto a neve não chega
 
Neve, por enquanto, só a vemos nos pontos mais altos das serras do Larouco, Gerês e na Galiza - Manzaneda e Sanábria.
 
 
Com as geadas, as cores do outono, rendilhadas de branco, tornam-se ainda mais belas!
 
 
Numa curta volta pela aldeia captei as cores que se seguem, da   última geada. No planalto de Travancas, diariamente, as temperaturas noturnas têm descido abaixo de zero graus.
 

Folhas de pereira
 

Gavinhas cobertas de branco
 
 
Ramo de alecrim

 

Ramo  de sementes de couve galega
 

Roseira e morangueiros
 

 


Giestal
 



Folhas caducas de carvalho bravo
 

Pinheiro, pinherinho de Natal!
 




 

Flor de urze, planta endémica nos montes.
 

Cristais de gelo
 

Ouriços


Bagas de sebe
 
 

Ao cair da noite, às 17 horas, o regresso a casa, para o reconfortante calor da lareira, nestes dias gélidos.