terça-feira, 30 de junho de 2020

Mais ruas calcetadas

Devagarinho, mas vai...

A Junta de Freguesia, desde o mandato anterior, optou por calcetar ruas e  renovar  o calcetamento de outras porque o anterior, feito nos final da década de setenta do século passado, com seixos irregulares, não era apropriado para  a passagem segura de peões e o trânsito de veículos .



As empreitadas, em pequena escala, sucedem-se, de tempos a tempos. Desta feita, na última quinzena de Junho, foram calcetadas parcelas das ruas 25 de Abril e 1º de Maio.  



Nesta rua, a empreitada inicial não contemplava o calcetamento da área coberta por vegetação.



No entanto, após o presidente da autarquia ter sido alertado de que se tratava de um espaço público, este deu instruções ao empreiteiro para que também fosse calcetada esta pequena área da rua, usada para estacionamento. 


E a rua ficou assim! 



segunda-feira, 15 de junho de 2020

Freguesia já tem bandeiras

Incluindo da União de Travancas e Roriz

A Junta tem, por oferta, desde o dia 14 de Junho de 2020, além das bandeiras oficiais da União Europeia, Portugal e concelho de Chaves...


... a bandeira da União das Freguesias de Travancas e Roriz, com o brasão, aprovado pela Assembleia de Freguesia em sessão de 2016. 
 
Oportunamente, farei uma postagem para divulgação da simbologia da bandeira de Travancas e Roriz.



Além das bandeiras, em trevelina, feitas pela Casa das Bandeiras, de Lisboa, foram oferecidos quatro mastros em madeira para hasteá-las e uma base metálica para servir de suporte. 
 
A bandeira quadrada, estandarte para usar nos desfiles, será encomendada quando  o processo de homologação dos símbolos heráldicos estiver concluído.



As bandeiras vieram em duas tranches. Em 28  de julho de 2019 a Junta recebeu as da União Europeia e de Portugal.




 

A bandeira do concelho de Chaves, por não haver em stock, e a da União das Freguesias de Travancas e Roriz, realidade territorial criada em 2013, feitas por encomendada, chegaram depois.




Unus pro omnibus, omnes pro uno 
Um por todos, todos por um
 A nossa divisa autárquica. Não é, presidente?



domingo, 7 de junho de 2020

1ª Missa do Desconfinamento

Celebrada no Largo São Bartolomeu

No passado dia 31 de maio teve lugar no Largo de São Bartolomeu, a primeira missa do desconfinamento.



Ouvir os sinos repicarem, para a chamada dos fiéis, depois de ficarem quase três meses em silêncio, foi uma emoção de jubilo.


Os fiéis, à volta de 60, espalharam-se a toda a vasta volta do largo, sem uso de máscaras, mas evitando ajuntamentos  e...


... e preservando o distanciamento social.


O coreto serviu de altar mor.  Para ele subiram três senhoras, além do senhor padre Delmino.


Sinfonia da missa ao ar livre: Cantemos ao Senhor, chilreio de passarinhos e cucu, cucu! Uma missa, diria solene, que ficará para a história destes  tempos de pandemia.

Uma das duas leituras da missa -  Carta de São Paulo aos coríntios.


O Evangelho ouvido atentamente. David, o único que vi com máscara.


 



Colecta da comunidade


 
Oração do Pai Nosso.


Consagração do pão e do vinho


  
Distribuição da comunhão


Vinde à mesa do Senhor








Final da1ª  missa do desconfinamento  - dever cumprido

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Desconfinamento

Novas regras de higiene

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Depois de estar dois meses encerrado, devido à declaração dos estados de calamidade e de emergência, por causa do Covid-19, o Café Central, de Travancas, reabriu dia 18 de maio, data de início da segunda fase do desconfinamento.


Como outros vizinhos, retomando velhos hábitos...


... também eu me aventurei, sem usar máscara, a frequentar a esplanada do Café Central.


Até estes dois amigos, de Mairos, subiram à Capital da Batata, para experimentar a liberdade de deslocação readquirida.



Embora os moradores, na generalidade, não usem máscaras, mesmo a jogar cartas, o Betinho, quanto a ele, cumpre as regras impostas pela Direção Geral de Saúde, limpando mesas e cadeiras com gel e disponibilizando-o à entrada do café, para desinfecção das mãos dos clientes. 

São as novas regras de convivialidade e de distanciamento social que todos teremos de cumprir, incluindo eu próprio, para nos defendermos do inimigo invisível.

sábado, 16 de maio de 2020

Ser jovem na pandemia

 Junta de Freguesia dá trabalho
Tiago Batista, de Argemil da Raia

Emigrante em França, está há dois meses com a família. Regressa quando terminar o confinamento  no país e o patrão o chamar.



Em tempos de pandemia, a Junta de Travancas e Roriz, depois de proceder à desinfeção das quatro aldeias, para evitar a propagação da COVID-19,  emprega jovens  à jeira para aparar as ervas da via pública.



Tiago é um deles. Veio para Argemil desde que a sua empresa de colocação de cozinhas em toda a França parou devido à pandemia. O dinheiro que recebe da Junta é um extra bem-vindo. Tiago não tem curriculum vitae  à  mão mas, otimista, diz que sabe podar castanheiros.


Este é o Ricardo, filho do falecido senhor Celestino. Trabalha na construção civil, sector em crise,  mas ao Sábado faz uns extras para a Junta  que o ajudam no sustento  da família.



Encontrei-o com um aspirador, numa rua onde já tinha passado o Tiago com a roçadora.




Mora há mais de um ano na minha rua mal nos vemos. Quando o vejo passar com a família e um carrinho de bébé penso que com a  sua vinda Travancas ganhou em juventude e tem menos uma casa vazia. Aliás, famílias jovens seriam bem-vindas. E quem sabe se o tele-trabalho não provocará essa desejada reviravolta demográfica?



terça-feira, 5 de maio de 2020

Sei um ninho

Mas não  guardo segredo

Dia 7 de Abril encontrei num cipreste um ninho de passarinho com quatro ovos brancos, salpicados de pintas.  Mas, ao contrário do poema "sei um ninho", de Miguel Torga, só guardei segredo enquanto os ovos estiveram a ser chocados e os passarinhos não voaram.



Nos dias seguintes voltei ao ninho e, como  ao aproximar-me,  não via a mãe  voar de lá cheguei a recear que os ovos não chocassem devido ao frio. Um dia, porém, vi-a. Dia 15, ao fim da tarde, encontrei três passarinhos e um ovo. Dia 16, às 14 horas, os passarinhos eram quatro a abrir o bico enorme à espera de alimento. Sem penas, tinham a pele protegida por uma camada de pêlos.


A mãe piava no alto das árvores próximas, saltando de galho em galho. Afastei-me, para não  a assustar. Pouco depois entraram no ninho dois passarinhos, um  a seguir ao outro, fêmea e macho provavelmente.


Conselho de Thijs Valkenburg, técnico da associação RIAS.
Nesta fase das crias, será importante não haver distúrbios regulares, uma vez que os progenitores podem deixar as crias se não se sentem confortáveis. Uma espreitadela de 3 em 3 ou 4 em 4 dias poderá fazer. mas se for evitável será o melhor.


Dia 26 de Abril. Perderam a pelugem e  as asas ganharam penas. Excrementos no rebordo do ninho.


30 de Abril. Último dia das crias no ninho.Visita encurtada por receio de que algum deles  caisse e fosse comido pelo gatinho, animal a que dou de comer e às vezes me acompanha, como se fosse um  cão.


Dia 1 de Maio. Quando me aproximei os passarinhos levantaram voo nunca mais os voltando a ver. O  ninho parece abandonado, sem vestígio de que pernoitem nele. Sobreviveram?


Como se chamam estes passarinhos? O técnico a quem pedi informação, baseado na estrutura do ninho e na coloração dos ovos disse que era ninho de verdilhão. Contudo, depois de ver a foto que tirei à fêmea ou macho, disse tratar-se de chamariz ou milheirinha


Cipreste onde foi feito o ninho



sexta-feira, 1 de maio de 2020

Dia do trabalhdor

Dia de trabalho

Primeiro de Maio, em Lisboa.



Dia do Trabalhador, na aldeia



Contrastes...