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domingo, 3 de abril de 2016

Nevada na Primavera

 Travancas branca de neve

Coincidindo com a chegada da Primavera, veio uma boa nevada, que o inverno  de 2016/2016  teimou em não proporcionar, com a frequência e intensidade de anos anteriores.



Na noite de 30 para 31 de março a  queda de neve começou por volta das 23h30, misturada com chuva.


Às duas da madrugada parou de nevar. Apesar de ter sido a maior nevada da temporada, a neve, devido à chuva, não pegou nas ruas.



No entanto, telhados, campos de cultura e carros estacionados ao ar livre, ficaram cobertos de branco.




Manhã de 31 de março

Quando comecei a fotografar  as aldeias, a partir das 9h da manhã, já o sol, radiante e primaveril, desde a aurora, havia derretido a neve nos lugares mais expostos à luz do astro-rei.


As  imagens que se seguem  são de Travancas.






















São Cornélio


Depois de fotografar Travancas, branca de neve...



Dirigi-me para São Cornélio


De lá observando a Cota de Mairos, ainda com alguma neve.













Paradela e Chaves, ao fundo.  De São Cornélio para baixo não nevou.





Argemil

Por fim!


Argemil, a raiana, sem outra igual...


Onde há sempre sempre novas atrações...


Recantos por descobrir.


E fotografar.


Em Argemil vive-se na montanha...

Em qualquer estação do ano...


Num ciclo renascido, que vai da primavera florida...

Aos invernos, brancos de neve.



sexta-feira, 22 de maio de 2015

Cercados de Auriverde

Maio Maduro Maio
 Letra de José Afonso

O mes de maio é o tempo das giestas floridas. E como fica bonita a aldeia aninhada na majestosa paisagem coberta de  amarelo e verde, das gietas, castanheiros e searas!  Maio, mes das maias, quem dera já! Porque não evocar  Zeca Afonso? A felicidade passa também por evocar a voz do saudoso trovador!


Maio maduro Maio, quem te pintou
Quem te quebrou o encanto, nunca te amou
Raiava o sol já no Sul, Ti ri tu ri tu ri tu ru Ti ri tu ru tu ru
E uma falua vinha lá de Istambul


 Sempre depois da sesta chamando as flores
Era o dia da festa Maio de amores
 Era o dia de cantar, Ti ri tu ri tu ri tu ru Ti ri tu ru tu ru
E uma falua andava ao longe a varar



 Maio com meu amigo quem dera já
Sempre no mês do trigo se cantará



 Qu'importa a fúria do mar, Ti ri tu ri tu ri tu ru Ti ri tu ru tu ru
Que a voz não te esmoreça vamos lutar



 Numa rua comprida El-rei pastor
Vende o soro da vida que mata a dor


Anda ver, Maio nasceu, Ti ri tu ri tu ri tu ru Ti ri tu ru tu ru
Que a voz não te esmoreça a turba rompeu


segunda-feira, 20 de abril de 2015

São Cornélio na Primavera

Flashes

São Cornélio, na freguesia de Travancas, é terra de quatro rebanhos de gado ovino, sendo raro não cruzar com um, sempre que passo pela aldeia, a caminho da A24 ou de Chaves, por Vila Verde da Raia.


Das duas vezes que fui à aldeia, durante a época da Páscoa, como não encontrei quem estivesse a semear batatas, deixo uma amostra de imagens primaveris que por lá colhi.


Senhor Luís Nascimento, com animal de lavoura no  bebedouro.


Porta de entrada do velho forno do concelho, que já ninguém  utiliza, ao lado a fonte, também ela caída em desuso, com a canalização da água.


Floração, no quintal de uma bonita e moderna casa de cantaria.



Duas mós decorativas. De que moínho d'auga terão vindo?



 Lavadouro na primavera.


Um dos "Pastores da Raia".


Terras de Monforte de Rio Livre. No monte mais alto fica o castelo mandado construir no século XIII por Dom Dinis, o rei trovador.

"Olhai os lírios do campo" que tão bem ficam em São Cornélio!


Esta árvore fantasmagórica é uma espécie de totem! Dela emana uma energia enigmática, comparável à do espírito dos antepassados que velam pelos vivos, segundo crenças de tribos africanas. Espero que não a cortem!


Esta perspectiva da capela velha, na primavera, também é clássica!


São Cornélio, voltada para a veiga de Chaves, é uma aldeia pendurada no topo da montanha. 


Marcas de ruralidade, uma constante.